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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Trote, confiança e sorte, mais uma criança foi salva!

Sequestrada pela prima depois de um convite para ir na feira comprar alguma coisa para elas. A menina (uma criança de 8 anos), telefona, após dias de estar em cativeiro, ao 190 no horário das 1h e 30min da madrugada. A policial que atende o telefonema pensa se não seria mais um trote, consulta seu superior e em rápida investigação descobrem a veracidade do fato e vão ao resgate da criança que agradece o salvamento. A prima de apenas 14 anos foi detida, diz que foi incentivo do namorado, um ex-detento com mais de 40 anos. Queriam cerca de 10 mil reais de resgate, a polícia desconfia de abuso sexual. A mãe da menina sequer aparenta ter condições para pagar o valor que seria exigido pelo resgate.
Trote, confiança e sorte se misturam em mais um caso horrível como este, em que se tem um inimigo dentro da própria família capaz de mentir e aproveitar-se da confiança dos parentes, provavelmente, enganada e forçada por um namorado que se aproxima mais de um pedófilo (em vista que uma menina de 14 anos ainda é praticamente uma criança). Por sorte os policias souberam ser profissionais e conseguiram descobrir que não era mais um dos milhares de trotes que colocam a confiança e a credibilidade das pessoas que utilizam os serviços de emergência a mercê da sorte.

Por Márcio Andrade.

Fonte: Notícia publicada no O Estadão do dia 03/12/2010.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sobre a "Última crônica"

“Três em um: escritor frustrado, humorista sem graça, amigo ausente e péssimo com cálculos matemáticos”

Parabéns você está melhor do que eu, pois verás:

1. "Três em um:" ─ Hora meu caro! Me diga então, "quantos em um" devo ter dentro de mim? Há quem diga, sobre este que vos comenta: ─ Ele "é" um Psicopata! ─ Deve ser mais um "xaropão" e "besta"! ─ Ele "é" comunista, ainda "tá se achando" e só fala de índio! ─ Eu até rezo para Deus, quando você fala certas coisas na sala! (Essa me surpreendeu). ─ Nossa Márcio você é muito safado, casado e gostando de outra! (Me surpreende a capacidade das pessoas em conhecer o interior das outras - certas inferências podem nos enganar sabiam, além disso o meu casamento já tinha acabado praticamente, hoje fato consumado). Nem gosto de lembrar que algumas pessoas me consideram INSUPORTÁVEL (algo que dói muito em meu coração, por um motivo mais que especial). E entre tantas outras peculiaridades...

Mas quem me conhece bem, gigantesco amigo, sabe que sou um só ser, apenas tentando viver neste "mundo de meu Deus" (como dizia o Rodrigo), em paz e com intenção apenas de não deixar mais que DESISTÊNCIAS VENHAM ME ATORMENTAR O JUÍZO (algo que quase aconteceu DE NOVO, neste período de retorno aos estudos ─ entre o 2º e o 3 º Semestre). Por que a ex-esposa resolveu dizer não mais me amar (hoje tardiamente arrependida).



2. "escritor frustrado": ─ Ao menos você escreve! Não percebeu? eu não tenho nenhuma postagem em nenhum blog, escrevo músicas, tenho diversos textos (capazes de fazer muitas pessoas rezarem para Deus e tudo mais o que tiverem chance), mas não divulguei nenhum texto, quanto as músicas ─divulguei apenas algumas─, sem falar os poemas e versos de amor (exclusivos de quem estiver em meu coração no momento). O que você disse mesmo? "Considero-me um escritor frustrado, pois é assim que todos os maus escritores se nomeiam". ─ Pra ser sincero não entendi, penso que eu é que sou assim, um mau escritor!



3. "humorista sem graça": Essa é fácil, acrescentando o que já falaram de mim: “─ Humm! ─ Engraçadinho, estou morrendo de tanto dar risadas!”

Creio que isso já explique tudo, ou seja, penso que seremos sempre sem graça para as pessoas que não tem nenhuma graça e senso de humor.



4. "amigo ausente": ─ Aí você forçou! Em momentos turbulentos, como estes atuais, a ausência quase que nos é imposta involuntariamente, mas observemos sua questão.

"Considero-me um amigo ausente e acredito que o motivo é auto-explicativo, não é mesmo?"

─ NÃO MESMO! Ora, um amigo ausente é na verdade aquele amigo que não está presente em nossos corações. Não fosse amigos como você, meu caro, eu não estaria mais na FAPCOM, você e tantos outros me ajudaram a perceber inclusive um travamento psicológico que irei expor para você entender, que eu já desisti no meu passado de tantas coisas, por falta de uma orientação e mais ainda por uma decepção que explica a maior parte deste comentário, antes quero agradecer as pessoas que me mostraram algo que eu até tinha esquecido, o jornalista que há (remetendo existência e o meu passado), em mim (forma subjetiva e não física ─ para os que só pensam naquilo─, ora, piadinha sem graça outra vez), em especial agradeço uma pessoa que inclusive mudou um pouco depois (creio que desnecessariamente), mas vamos ao que interessa.



Gilmar eu adorava fazer redação, amava literatura, falava muito bem e a gramática era simples demais, até que um dia uma professora, atenta ao fato de que eu tinha uma letra extremamente horrível, mas de fácil compreensão, forçou-me a usar aos 12 anos um caderno de caligrafia, meus “colegas” zombaram tanto de mim que a tentativa da professora em me ajudar tornou-se o travamento que só descobri na FAPCOM, por voltar a escrever mais, graças à mudança para o curso de jornalismo. Alguns professores e amigos elogiaram o meu texto, mas algo ainda me travava, resolvi expor e conversar sobre o assunto com um psicólogo, que agravou a ajuda e me orientou, para que eu deixasse isso de lado e acreditar que poderia ser bem maior do que este problema, o senso criativo e desejo pelo saber e criar. Se não fosse o travamento eu teria estudado jornalismo antes, pois tinha no passado o maior interesse na área, gostava de ler jornais e revistas, assistia aos tele jornais e ouvia as notícias do rádio etc. Iludido pela mídia e desviado do que realmente gosto (jornalismo ─ comunicação), sonhei em ser jogador de futebol, ator e músico. Interessante é que na mesma sequencia tudo me levou a chegar na FAPCOM, com o sonho de ser ator descobri o interesse pelo radialismo (RTV), com o da música não parei de escrever e compor chegando ao curo de jornalismo hoje. Fiquei cinco anos sem fazer o que eu mais gostava, conhecer as coisas (estudar), simplesmente desisti do curso de matemática que consegui aos 20 anos de idade na Universidade de São Paulo (USP), por ter casado cedo, ou melhor dizendo, por ter medo de não tentar, mas o pior foi ter ficado muito tempo parado (por causa de um acidente quase fatal), sendo que hoje poderia estar talvez em uma condição melhor e com os meus sonhos sendo realizados.



Piu! Você é como um irmão mais novo, um grande amigo e por ver você querendo desistir resolvi expor tudo isso neste comentário, para que no mínimo esta experiência possa lhe ajudar a pensar um pouco mais se valerá a desistência ou não, sei que é algo intrínseco, mas garanto que tudo o que disse era algo intrínseco (e pessoal meu). Isto é algo que deve acontecer com diversas pessoas no mundo todo e cada um é quem sabe “onde o calo mais aperta”. Pensando nisso (e com base nos texto sobre o All Star ─Brush! E outros─), talvez você precisa saber “qual calçado deverá usar daqui pra frente”. Escolha o seu caminho, mas deixo uma sugestão: DESISTIR NÃO É O MELHOR CAMINHO!