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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Então tá, vamos falar de política


Estamos a poucos dias das eleições 2010. Depois de muito tempo de lenga-lenga – tucanos e petistas que o digam –, e pouca política limpa e honesta – pouca, porém eficaz –, finalmente estamos na reta final disso tudo. Vale lembrar, é claro, que estar na reta final não significa ter de ir para o fundo do poço...

Esse ano elegeremos: um presidente da república, um governador, dois senadores, um deputado federal e um deputado estadual.

Mas quais as respectivas funções que cabem para cada um desses cargos políticos? O que faz um senador? E um deputado federal?

Pode parecer piada, mas muitos brasileiros – lê-se muitos –, não sabem quais as funções que um deputado estadual exerce, por exemplo.

Às vezes fico pensando se é válido votar para deputado federal, por exemplo, já que vergonhas como Tiririca, Mulher Pêra, Maguila, entre outros candidatos excêntricos, também disputam o mesmo cargo político.

E já que tocamos no nome do engraçadíssimo humorista Tiririca, que tal tentarmos estabelecer alguma relação lógica para se votar no mesmo? Então tá...

Muitos garantem votar em Tiririca porque, seguindo a linha de campanha política do mesmo, e também embasado em seu slogan, votar em Tiririca significa, ao menos para os jovens, estabelecer uma relação futura com a atual condição política do Brasil. Em outras palavras, votar no Tiririca é confiar na seguinte certeza: “pior do que ‘tá’ não fica”. Não me convenci...

E para deputado estadual? Devo votar mesmo sabendo que meu ex-vizinho está concorrendo? Sabe aquele vizinho que pega o carrinho-de-mão e não devolve? Devo confiar meu voto em um cara desses?

Para senador temos a grandessíssima oportunidade de votar no simpático espancador de mulheres Netinho de Paula (@NetinhoDPaula), ex-vocalista de um grupo de pagode, ex-apresentador de tevê e, infelizmente, possível futuro senador.

E para presidente? Quem merece a maior fatia do bolo?

Temos a candidata do excelentíssimo presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva – ou simplesmente Lula –, Dilma Rousseff, do PT, que para muitos não passa de um “pau mandado” de Lula, que para mim, já é “pau mandado” de alguém; temos o queridíssimo José Serra, do PSDB, que, ao menos em minha modesta concepção, é um falso que se faz de cego sempre que indagado sobre a péssima educação pública no estado de São Paulo; temos o senhor de muitas primaveras Plínio de Arruda, do PSOL, que ganharia meu voto se não fosse a candidatura de Marina Silva, do PV.

Ao meu ver, Marina Silva é muito mais que uma das cinquenta pessoas que podem salvar o planeta; ela é a única pessoa que pode, efetivamente, salvar o Brasil.

Acho difícil de acreditar que qualquer pessoa que tenha assistido o debate do último domingo pela Rede Record e seja dotada de capacidade de pensamento não concorde comigo: Marina Silva e Plínio de Arruda deixaram pequeno para Dilma Rousseff e José serra, senão minúsculo.


Pensem bem e não deem vexame na urna, galera. É o nosso país que depende disso.


28/09/2010, às 15:56.
* Não revisado.






quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Minha última crônica

É claro que não chego nem aos pés de grandes cronistas como Fernando Sabino, Rubem Alves, Rubem Braga etc., mas tento, de todas as maneiras possíveis, escrever alguma coisa que fique no mínimo decente.

Também é claro que a definição de decência é muito subjetiva, pois cada um, de acordo com o seu background, estabelece o que significa decência e, ainda, qual o nível de decência que cada coisa e/ou pessoa tem.

Também é possível estabelecer qual o nível de falta de decência de certas coisas e/ou pessoas. Minha tia Mirtez, por exemplo, é alguém que não tem sequer uma migalha de decência – neste caso decência social. E não digo isso só porque a odeio, digo porque é a mais pura verdade.

E qual o nível de decência de um pseudoescritor que fala mal da tia em um de seus textos? Acredito que pouco, ou mesmo nenhum.

Bem, não façamos das tripas coração... Ao menos não agora.

Estávamos falando de decência crônica – não crônica de doença crônica, e sim crônica de cronista, aquele que escreve crônicas. Mas o que vem a ser uma crônica? Em poucas palavras responde o Aurélio: “crônica sf. 1. Narração histórica, por ordem cronológica. 2. Pequeno conto, de enredo indeterminado. 3. Texto jornalístico redigido de forma livre e pessoal. 4. Seção de revistas ou de jornal. 5. Conjunto de notícias sobre alguém ou algum assunto.”.

Já citado o nome de alguns ótimos cronistas brasileiros e estabelecido o que vem a ser uma crônica – no sentido literário, não medicinal –, vale atentar para uma grande realidade: Você – no caso eu –, nunca será tão bom quanto esses caras: SABINO; ALVES; BRAGA.

Sim, disso eu já sabia.

Sempre tive grande admiração pelo Sabino, que foi o primeiro grande cronista que li, ainda quando tinha meus 12 anos; Rubem Alves é simplesmente belíssimo de se ler; Rubem Braga, por sua vez, é considerado por muitos o melhor cronista brasileiro desde de Machado de Assis.

E quem sou eu perto desses caras? Isso dói, mas tenho de confessar: eu não passo de um “João Gostoso” da literatura – caso não conheça, ler Poema Tirado de uma Notícia de Jornal, de Manuel Bandeira.

Deixemos o pessimismo de lado e vamos à realidade.

Recentemente me defini da seguinte maneira: “Três em um: escritor frustrado, humorista sem graça, amigo ausente e péssimo com cálculos matemáticos”.

Considero-me um escritor frustrado, pois é assim que todos os maus escritores se nomeiam. Considero-me um humorista sem graça porque nem sempre as piadas que faço têm sucesso; também porque uma amiga (lê-se ‘amiga da onça’), disse que precisaria rever todo o meu repertório de piadas e, como se não bastasse, me chamou de sem graça. Considero-me um amigo ausente e acredito que o motivo é auto-explicativo, não é mesmo? Já o fato de me considerar péssimo com cálculos matemáticos foi só mais uma tentativa frustrada de fazer rir. Mas mesmo assim sou péssimo com cálculos.

Tá, onde estávamos? Ah, primeiro citei o nome de alguns grandes cronistas brasileiros, como Fernando Sabino e Rubem Braga, por exemplo; depois fiz uma rápida revisão no quesito decência; falei algumas características marcantes da minha pessoa – odeio quem usa essa expressão –; e agora revelo o verdadeiro intuito desse texto:

Quando falamos de decência devemos, primeiramente, assegurar-nos de que meu nome não será citado, pois, ao contrário do que muitos pensam, não tenho nenhum pouco de decência – aqui no caso acadêmico-literário. Por isso que escrevi esse texto, para me despedir de vocês, queridos colegas de classe e eventuais (lê-se esporádicos) leitores.

Como não sou praticante da decência literária, tampouco a social, escrevi essa crônica como maneira de me aposentar da carreira literária. Sim, estou novo demais para isso, mas, como diria minha avó, "é de novo que se torce o pepino". Nunca entendi bem o que isso quer dizer, mas tá valendo.

Devido a minha falta de decência social (lê-se pilantragem), não pude comparecer para me despedir cara a cara de todas as pessoas que estimo, respeito e julgo de boa índole. Há também, é claro, aqueles que não suporto. Ia me despedir desses também: com um belo sorriso amarelo no rosto, me colocaria à frente dos meus rivais e diria um sincero “Adiós, amigos”.

Gilmar Ribeiro (piu!)
15/09/2010, às 3h44min.
* Não revisado.

FONTE

Mini-Aurélio

http://www.releituras.com/rubembraga_bio.asp

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Então tá, vamos falar do Corinthians



Hoje pela manhã recebi uma mensagem de um amigo que dizia o seguinte: “100 anos de ‘Timão’! Quero que você escreva alguma coisa do ‘Timão’ no seu blog”.

É claro que isso pode ser interpretado como um pedido do tipo “Escreva alguma coisa sobre o Corinthians no seu blog”, ou pode ser uma espécie de ameaça, como “Quero que você escreva alguma coisa sobre o Corinthians...”. Devido a minha total antipatia para com o time, acho que a segunda opção se encaixa melhor.

Para ser muitíssimo honesto, nem mesmo sabia que era hoje (ou amanhã, sei lá) que o “Timão” estava completando seu centenário. Pouco me importa o futebol. Não tenho simpatia nenhuma pelo esporte. Minto. Costumo dizer – e com orgulho – que sou “Peixe”. Por quê? É o que meu pai sempre quis, e não queria que ele tivesse outras decepções comigo.

O que escrever sobre o Corinthians que ninguém saiba?

Posso acrescentar algumas informações pouco conhecidas, como todas as infelicidades ou mesmo a intensa e profunda raiva que o clube me proporciona.  Às vezes acho que nasci para odiar o Corinthians. Nunca tive sequer um pingo de vontade de ser corinthiano. Definitivamente nunca. Tá aí uma coisa que nunca passou pela minha cabeça.

Ainda quando menino, quando me arriscava a jogar futebol, nunca gritei “Gooooooooooooooooooooooooool... doooooooooooo... Corinthians!”, quando, por alguma intervenção divina, conseguia chutar em direção ao gol e pontuar.

Definitivamente ser corinthiano não é comigo.

Acho que isso se dá pelas experiências que tive com o clube. Certa vez, quando tinha uns dez anos de idade, presenciei uma batida policial num bar próximo à minha casa. Nesse bar estavam comemorando o aniversário de um rapaz corinthiano. O policial apontou a arma e gritou “NINGUÉM SE MEXE SE NÃO EU METO CHUMBO”. Eu fiquei aterrorizado.

No fim das contas foi constatado que tudo – cerveja, refrigerantes, carne do churrasco etc – eram de origem duvidosa e que o tal rapaz pertencia à uma quadrilha. Sei que não se pode generalizar uma coisa dessas, mas parece que cresci com certa aversão ao Corinthians, pois a única imagem que me vinha à cabeça depois disso era a arma do policial e os enfeites que faziam alusão ao time.

Mas é claro que isso foi só um primeiro pequeno passo para a minha mitológica e complexa raiva pelo clube. Talvez um trauma de infância seja suficiente para gerar certa antipatia, mas as coisas não pararam por aí. Já presenciei muitas brigas entre torcidas organizadas na tevê aberta, e as que tiveram mais impacto, ao menos para mim, foram as que envolviam o Corinthians. Já vi pessoas e mais pessoas dizendo que é ruim quando o “Timão” ganha, pois os torcedores quebram tudo, mas é pior ainda quando perdem, pois quebram tudo e mais um pouco.

Quando falamos de esporte no Brasil temos a triste realidade de associarmos automaticamente e/ou unicamente ao futebol. Quando falamos de futebol geralmente pensamos em Corinthians. Tá aí meio que uma constante... Uma triste constante.

É fato, também, que o clube muitas vezes é visto como portador de alto índice de marginalidade. Isso é algo que se instalou na cabeça das pessoas e que não sai tão fácil. Mas vale atentar que essa tal marginalidade não vem do clube em si, mas sim do comportamento que muitos torcedores têm. Vestir a camisa não significa assumir uma identidade marginalizada. Na verdade não tem nada a ver com isso.

É claro que tudo que afirmo – talvez de maneira duvidosa – é embasado nas experiências que tive.

Certa vez um colega, que é torcedor do Corinthians, disse que os corinthianos – mas corinthianos de verdade – não poderiam ter certas pretensões, como frequentar a Academia, pois teriam de fazer escolhas cruciais: assistir ao jogo do “Timão” ou estudar. Confesso que achei isso extremamente estúpido de se ouvir. Talvez por isso se firme mais ainda a ideia de que corinthiano não seja portador de conhecimento.

Outra coisa que me deixa abismado é a falta de diálogo que muitos corinthianos têm. Às vezes não há possibilidade de estabelecer comunicação com alguns torcedores do clube, pois estes simplesmente se fecham numa espécie de cubículo onde só eles têm razão. Logo se anula qualquer possibilidade de debate. Acho que pior do que corinthiano só mesmo alguns crentes (evangélicos). E pior ainda um crente corinthiano, pois ambos já têm suas ideias prontas e imutáveis.

Bem, com isso não pretendo ser alvo de xingamentos, chacotas e afins... Como disse anteriormente, nem mesmo sabia que era hoje (ou manhã, sei lá) que o “Timão” estava aniversariando. Só disse aquilo que penso, e até onde sei não há mais censura no Brasil.

É isso.



Gilmar Ribeiro (piu!)
@gilmarrpiu
31/08/2010, às 15h22min.

*Não revisado.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Papo de amigo: testosterona à flor da pele.

– Você vai querer de quê?

– Bem, deixe-me ver... Tem de...

– Rápido, a moça está esperando!

– Espere um pouco. Vou querer um de...

– Eu quero dois de morango.

– Espera! É que de morango eu não gosto.

– Então você quer do quê, filho de Deus?!

– Bem... Ah, pode ser de chocolate.

– Um de morango e um de chocolate, senhor?

– Isso?

– É isso mesmo.

– Cara, você é muito devagar para tomar algumas decisões básicas, como escolher um sabor de sorvete, por exemplo.

– Para de ma aporrinhar! Você sabe que às vezes eu fico meio lento, principalmente depois do trabalho.

– Então pare de trabalhar, meu amigo.

Os dois riram.

Depois disso subiram até o piso superior para conversarem um pouco. Falaram sobre mulheres: pernas, peitos, bundas...

Um dos amigos, que é casado, confessou que o casamento havia dado uma esfriada. Confessou, também, que às vezes pensava em deixar a mulher, mas que só não o fazia porque tinha o filho recém nascido.

– Tá vendo, quem mandou não se prevenir. Agora chupa, bobão.

– Para de ser Zé-Roela!

– NOSSA SENHORA! Cê viu a morena ali?

– Onde?

Nisso o amigo quase deu um 360° com o pescoço a fim de ver a tal morena.

– Perdeu, ela já foi.

– Droga!

– Às vezes parece que cê é meio desligado na mulherada. Perdão, sei que cê é casado, mas o povo anda comentando, cara.

– Que que é isso, rapaz?!

Ambos riram.

Depois jogaram mais meia dúzia de conversa fora. Falaram sobre futebol. Um era flamengo de tradição, outro pouco se importava com futebol, mas tinha extrema aversão ao Corinthians e, também, simpatizava com o “Peixe”.

– Rapaz, tenho de ir embora se não a patroa me castra.

– Ai, ai... Não sei porquê você resolveu se enforcar, cara. Arrumou certinho pra cabeça.

– Cala a boca, seu prego.

Riram mais um pouco. Depois disso pediram a conta.

– Pode deixar que eu pago... Ué, cadê a minha carteira?

– Você deve ter deixado no carro. Pode deixar que eu pago.

– OK, mas a próxima é por minha conta.

– Fechado.

– Olha lá, olha lá... A moça que atendeu a gente.

– Vou levar no papo.

– O quê? Você vai xavecá-la?

– Sim, por quê?

– Nada, só porque você é CA-SA-DO, só isso.

– Ué, e o que que tem?

– Nada não, vai lá.

Ele se vira para a garçonete e pergunta:

– Escuta meu anjo, qual é o seu nome?

– Beatriz.

– Beatriz? Nossa, que nome lindo. Quase tão lindo quanto você.

Ela riu meio acanhada. Ele continuou:

– Escuta Beatriz, será que a gente não poderia sair um dia desses e fazer outra coisa que não fosse tomar sorvete?

Ela riu e respondeu:

– Até poderíamos, mas eu não costumo sair com clientes – aponta para a mão esquerda do rapaz e conclui – ainda mais se eles forem casados. Agradeço o convite, mas terei de recusá-lo.

Ele ficou com uma cara de tacho que não sabia onde colocá-la. Já seu amigo ria disfarçadamente.

Depois de toda a zombaria ambos concordaram: “Ser casado é complicado. É bicho de sete cabeças”.

Riram mais um pouco e depois foram embora.


Gilmar Ribeiro (piu!).
@gilmarrpiu

quarta-feira, 28 de julho de 2010

15º Aniversário dos Falcões Moto Clube Raça Liberta


Quando:

De 30/07/2010 às 20:00 até 01/08/2010 às 20:00

Onde: Centro Empresarial Internacional Guarulhos – antiga Phillips

              Endereço: Rua João Cavalari, 133 - Guarulhos – SP.

Ingresso: 2 kg de alimentos não perecíveis, exceto sal e açúcar.
Obs. Haverá venda de “Kit Alimentos” no local.

           

Descrição:

Rumo à solidariedade, Falcões Moto Clube Raça Liberta completam 15 anos em 2010 com grande festa.
O grupo é pioneiro no Brasil em distribuição de cestas básicas e pretende superar em 150 toneladas as arrecadações anteriores no evento deste ano.
Em 2010, os Falcões Moto Clube Raça Liberta, de Guarulhos (SP) estão debutando. A tradicional festa para a comemoração de seu 15º aniversário acontecerá entre os dias 30, 31 de julho e 1º de agosto e tem como estimativa arrecadar em torno de 150 toneladas de alimentos, superando os anos anteriores.
No evento, shows de rock, uma feira com acessórios para motos, praça de alimentação e diversas atrações estão programadas para os três dias de festa. O Passaporte é DOIS QUILOS DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS. E neste ano, outra novidade é acompanhar a festa pela internet, no site dos Falcões (http://www.falcoes.com.br/).
Além de se aventurar sobre uma motocicleta pelas estradas do mundo a fora e curtir um bom rock’n’roll, o moto clube é pioneiro no Brasil em distribuição de alimentos. Atualmente, 110 instituições, entre elas, Casas André Luiz, Diet, Casa de David, e Água e Vida, são beneficiadas pelas doações de cestas básicas, além de distribuições avulsas e festas em datas comemorativas, promovidas na sede dos Falcões.
Na edição de 2009, mais de 40 mil pessoas participaram da grande festa de aniversário e 130 toneladas de alimentos foram arrecadadas. A distribuição das cestas durou seis meses e preencheu a agenda dos Falcões para a realização da entrega dos alimentos.
Quer conhecer mais sobre o grupo e o trabalho social dos Falcões Moto Clube Raça Liberta? Acesse o vídeo institucional do moto clube: http://www.youtube.com/watch?v=vyQzBIsWAJQ
Os Falcões também estão no Twitter. Para saber das novidades, basta segui-los: www.twitter.com/falcoesmc .

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

PALCO INTERNO

30 de julho – Sexta-feira
ARQUIVO – 21h às 22h15

SUICIDIO SOCIAL – 22h30 às 23h30

YOUNG TRIP – 23h45 à 1h

KOSMIC BLUES - 1h15 às 2h15 

WOMP – 2h30 às 3h30

MIZY TRIO – 3h45 às 5h

31 de julho – Sábado

WIKID MOTOR BAND – 18h30 às 19h30

BARBA DE NETUNO – 19h45 às 21h15

U2 COVER - 21h30 às 22h45

ABERTURA DOS FALCÕES

NA CONTRA MÃO – 23h à 0h45

IRON MAIDEN - 1h às 2h30

J.PERON–COVER RAUL – 2h45h

1º de Agosto – Domingo

Michael Jackson Cover - 16h às 17h30

Elvis Presley Cover – 17h45 às 19h15

Dupla Colt – 19h30 às 21h

Obs.: As bandas se revezarão no palco externo.

Estacionamento: gratuito para motos e R$ 10 para automóveis

Mais informações: www.falcoes.com.br






segunda-feira, 19 de julho de 2010

E a felicidade, vai aonde?


Dizem que felicidade é um fim de tarde olhando o mar. Bem, se me permitem gostaria de discordar. Por quê? Ué, é muito simples: se felicidade fosse apenas passar um fim de tarde olhando o mar é claro que existiria mais pessoas felizes no mundo, certo? Ah, tem quem gosta de acender um cigarro de maconha na praia e dar uma boa viajada. É claro que essa efêmera sensação de felicidade dura, na maioria das vezes, até o cigarrinho do mal queimar; às vezes a felicidade se prolonga até o êxtase da brisa passar... E por aí vai.
Alguns outros dizem que feliz é a pessoa que não tem dívidas a pagar. Poxa, se for desse jeito vou, assim que possível, liquidar as minhas pendências financeiras com o Banco Itaú e esperar que a felicidade venha. Qual é, todos sabem que ter o nome sujo não traz infelicidade, no máximo incômodo, tipo quando alguém te liga na véspera do Natal para cobrar o que você deve, ou quando a caixinha do correio se enche de COMUNICADOS IMPORTANTES ou correspondências do SPC e/ou Serasa. Isso sim é extremamente chato, mas não chega a ser motivo para infelicidade.
Claro, também há os mais alienados, que são aqueles que acham que só é possível ser feliz nas telas de cinema. Porra, se fosse assim escolheria ser feliz no cinema no gênero pornográfico, que é onde o povo faz sexo adoidado, às vezes goza e ainda descola uma grana por isso; sem contar que não tem nada de ficção, é tudo de verdade, todas as fortes emoções e coisa e tal. É coro no coro, minha gente! Já no faz de conta gostaria de ser a Beatrix Kiddo, do longa Kill Bill (TARANTINO, Quentin), que comeu o pão que o Diabo amassou, matou uma renca de nego para se vingar e, no fim de tudo, conseguiu matar o cretino do Bill e ser feliz. É, ela com certeza mereceu... Se bem que eu li num blog que a filha daquela neguinha que morre logo no início do filme Kill Bill Vol. 1 (V. Green), quer vingança. É... Acho melhor a Kiddo curtir seus momentos de felicidade, pois a coisa vai ficar preta para o lado dela.
Já para a minha avó, feliz é a mulher que arruma um bom marido, que seja trabalhador, sustente a casa e os filhos, que pague todas as contas, que bote chifre... Bem, o chifre seria, de acordo com a própria, só um mero complemento, já que o importante é ter alguém que mantenha a casa arcando com o lado econômico da coisa. E o amor? “Que porra de amor, moleque! Pode ser feio igual ao cão, mas não pode, de jeito maneira, ser pobre”. Para a vovó o mais importante é a quantidade de bens que o ser amado tem. E assim ela foi feliz até o vovô morrer; agora ela é feliz com a pensão que recebe.
Papai sempre disse que feliz é o homem que trabalha honestamente... “Pô, pa-i-ê, não dá para ser só meio honesto? Eu tenho mesmo de trabalhar?”. Já mamãe diz que para ser feliz não é necessário consumir drogas e álcool e ter más companhias etc, etc. “Unhun Cláudia, senta lá”. Agora falando sério, de que me vale ter alguma espécie de felicidade momentânea oriunda desses prazeres hedonistas? Nada, não é mesmo? Acho que prefiro, na medida do possível – afinal ninguém é de ferro –, ser careta... Um careta mais feliz do que honesto.
E  com isso concluo que para ser feliz é necessário:
·        Ter uma família quase boa – mesmo porque uma boa por completo não serve;
·        Ter no mínimo um amigo que se possa realmente chamar de AMIGO;
·        Ter ideias positivas acerca da vida – nada de negatividade;
·        De vez em quando dar boas risadas;
·        Encontrar um amor verdadeiro – não desanimar nunca de encontrá-lo já é um bom começo;
·        Ajudar os outros – se bem que não atrapalhar é, na maioria das vezes, a melhor ajuda que se pode dar;
[...]
Bem, essa é uma pequena lista de alguns ingredientes que vale a pena acrescentar na nossa receita diária de felicidade. Se souberem de mais alguns mandem bala, afinal, felicidade nunca é demais.

 Gilmar Ribeiro (piu!).
16.07.2010, às 20:09.
* Não revisado.



E.T.C... 2010

Encontro de Teatro da Cidade de Guarulhos

Com objetivo de identificar e divulgar as manifestações teatrais da cidade de Guarulhos, através do intercâmbio entre artistas e comunidade, a Secretaria de Cultura faz saber que realizará o “E.T.C... –
Encontro de Teatro da Cidade de Guarulhos / 2010”, nos dias 16, 17, 18, 24, 25, 28, 30, 31 de julho de
2010 e 1º de agosto de 2010. As apresentações acontecerão no Teatro Adamastor do Centro, av. Monteiro Lobato, 734, Macedo, Guarulhos, São Paulo/SP.
TODA PROGRAMAÇÃO TEM A ENTRADA FRANCA. Retirar os ingressos na bilheteria do teatro uma hora antes do espetáculo.


Dia 24 de julho, sábado

14h – Teatro Adamastor
A-M-A-R-É – Cia. Cultural Metamorfoses
Amar é... ar, é mãe, é mar, é era, é arma, área, é maré, é ama... amar é! Hã? O que é amar? Imagine o que pode acontecer quando dois palhaços resolvem se casar? O Espetáculo traz ao espectador um par de nariz vermelhos, o encontro, a rotina, o “dois”, o amor, o riso e a poesia.
Direção: Fabiana Ruiz e Riano Marques.
Indicação: Livre.
Duração: 60 min.

17h – Teatro Adamastor
Quase Sem Querer – Grupo Arte e Máskara
Três idéias, três formas de encarar o amor. Esse espetáculo revela o platonismo das paixões
humanas, levando três personagens a se encontrar e descobrirem que o amor depende do ponto de vista de cada um.
Direção: O grupo.
Indicação: 14 anos.
Duração: 60 min.

19h – Auditório 3
O Golpe de Galileu Galilei – Trupe de Bacantes
O fogo no rabo da idéia pegou no ano de 2010: a Trupe de Bacantes como Galileu por A mais B calculou que o sol não se mexe, que a Terra é que se move. Nós apostamos contigo que não sabes do evangelho, do versículo e da profecia. Quem surgiu primeiro? O antes, o outrora, a noite ou o dia? Brecht e a Trupe vêm assim experimentar com a platéia as situações interrogativas do cotidiano interior e exterior de todo ser humano, partindo de uma inquietude sobre a “movimentação da Terra”.
Direção: O Grupo.
Indicação: 16 anos.
Duração: 40 min.

19h40 – Hall do Teatro Adamastor
Alegoria Polifônica – Intervenção (convidado)
Alegoria Polifônica tenta seguir uma esquisita situação que está paralela a uma outra situação: Um mamífero pensante que, ao assistir pela televisão à final de um “reality-show” tem a capacidade de se emocionar, e prefere essa sensação, as emoções que são possíveis nas relações humanas.
Indicação:livre.
Duração: 40 min.

20h30 – Teatro Adamastor
Romeu e Julieta – Simbiose Cia. Teatral
A história contada por eles. Apenas Romeu e Julieta em cena, uma visão mágica destes dois jovens, sobre um amor que lutou contra vendavais de amor, dor e fúria em apenas 5 dias. A tragédia apresentada pelo amor inconseqüente deste, que foi um dos casais que mais marcaram a história da literatura e do teatro no mundo todo.
Direção: O Grupo.
Indicação: 12 anos.
Duração: 70 min.


Dia 25 de julho, domingo

14h – Teatro Adamastor
Cantigas de Amor – Projeto de Artes Shalom
A peça traz de modo divertido a saga de uma típica jovem do interior e sua família. A jovem Biculeza vive indecisa entre o amor do Zécão um bom partido, e do Santão, rapaz humilde,não tem nada a oferecer alem do seu amor e sinceridade. Biculeza aprende na prática que nem tudo o que reluz é ouro, e que não se pode viver em cima do muro. Direção: Tatiana Gomes da Silva.
Indicação: Livre.
Duração: 50 min.

16h – Teatro Adamastor
Improviso Livre de Guarulhos – Circo Los Xerebas
O espetáculo é uma contínua interação onde por meio da linguagem clown, os atores propõem jogos teatrais buscando temas e situações com o público, surgindo daí cenas inesperadas. Primeiro Grupo a praticar exclusivamente o improviso na Cidade de Guarulhos.
Direção: o grupo.
Indicação: livre.
Duração: 90 min.

17h30 – Hall do Teatro Adamastor
Alegoria Polifônica – Intervenção (convidado)
Alegoria Polifônica tenta seguir uma esquisita situação que está paralela a uma outra situação: Um mamífero pensante que, ao assistir pela televisão à final de um “reality-show” tem a capacidade de se emocionar, e prefere essa sensação, as emoções que são possíveis nas relações humanas.
Indicação: livre.
Duração: 40 min.

19h30 – Teatro Adamastor
On Broadway – Grupo de Teatro Musical On Broadway
O "On Broadway” é um teatro musical onde são apresentados diversos trechos de musicais da Broadway. Fazem parte do programa musicais como: “O fantasma da Ópera”, “Grease”, “Hair”, “A Noviça Rebelde”, entre outros. As músicas são apresentadas em suas versões originais em inglês, porém toda peça é narrada em Língua Portuguesa com uma linguagem fácil de ser compreendida.
Direção: Tatiana Gurgel.
Indicação: Livre. Duração: 90 min.


Dia 28 de julho, quarta

21h – Teatro Adamastor
• O PATO SELVAGEM – CIA. LES COMMEDIENS TROPICALES / PARCERIA SESC SP
Espetáculo Convidado
“O Pato Selvagem” apresenta Anselmo Ekdal, poeta frustrado, que vive, sem o confessar nem a si mesmo, do dinheiro do antigo amante da sua mulher e pai de sua filha. O confuso personagem Greg Werther, “fanático da verdade”, destrói a mentira, e como conseqüência, arruína a vida rotineira do casal e causa o suicídio da filha. O vencedor da peça é, portanto, a “mentira vital”, sem a qual os homens não podem viver.
Duração: 90 min.
Indicação: 14 anos.
Parceria: SESC SP e Prefeitura de Guarulhos/Secretaria de Cultura.


Dia 30 de julho, sexta
21h – Teatro Adamastor
• A SOMBRA – Teatro Provisório
Espetáculo Convidado
Espetáculo de forma épica, tem base no teatro do absurdo e no surrealismo. Narra a saga introspectiva de escritora que se apaixona por personagem de sua história.
Direção: Simone Carleto.
Duração: 70 min.
Indicação: 14 anos.


Dia 31 de julho, sábado
14h – Teatro Adamastor
Perrengue no Morro – Nós na Cia
Uma dona de casa de comunidade carente se encontra desesperada ao descobrir que o marido apostou o próprio filho no jogo. Junto com sua amiga ela tenta encontrar uma maneira de persuadir o doutor ao qual o marido fez a aposta, e sair dessa encrenca.
Direção: O Grupo.
Indicação: 12 anos.
Duração: 90 min.

17h – Teatro Adamastor
Misto da Verdade – Associação Cultural Trans’art Domini
O espetáculo é um monólogo baseado em textos de Fernando Pessoa, Ronald Redd, Aparecido dos Santos, que conta a história de um homem a beira da morte.
Direção: Adenor de Souza.
Indicação: 14 anos.
Duração: 35 min.

18h30 – Teatro Adamastor
O Selo da Preguiça – Cia. Kómus de Teatro
A história de José Bola, poeta e preguiçoso, que tem que aturar as cobranças de Betinha, sua esposa, para que arrume um emprego e as investidas de Seu Laércio homem rico que quer se aproveitar da pobre coitada. A vida do casal se transforma quando recebem uma herança milionária e atraem a cobiça de dois pilantras.
Direção: Mauro Marcel.
Indicação: 12 anos.
Duração: 90 min.

20h – Hall do Teatro Adamastor
Clown Pro Riso – Intervenção (convidado)
Serão apresentadas esquetes e muita improvisação, criando a possibilidade de vivência para os Clowns que surgiram da oficina ridículus de iniciação clown possibilitando a prática e o aprimoramento das técnicas.
Indicação: livre.
Duração: 30 min.

21h – Teatro Adamastor
As Titias – Cia. Teatral Karas & Karetas
O espetáculo conta a história de três irmãs, que são forçadas a viverem em um luto dos pais, imposto pela irmã mais velha, uma mulher religiosa e cheia de preconceitos.
Direção: Ricardo Ricarte.
Indicação: 14 anos.
Duração: 60 min.


Dia 1 de agosto, domingo

14h – Teatro Adamastor
A Coroa de Orquídeas – Grupo LouPT Loucos por Teatro
Baseado em conto do polêmico escritor Nelson Rodrigues. Ismênia, mulher honesta como nenhuma outra, morre. Em seu velório a vida se coloca sutil e devastadora para Juventino seu marido. De forma divertida e reveladora, o Grupo LouPT propõe discussões dobre fidelidade, honra, conquista, traição, sedução, medo... conflitos internos, e por que não, até externos.
Direção: Osvaldo Coelho.
Indicação: 12anos.
Duração: 50 min.

15h10 – Hall do Teatro Adamastor
Clown Pro Riso – Intervenção (convidado)
Serão apresentadas esquetes e muita improvisação, criando a possibilidade de vivência para os Clowns que surgiram da oficina ridículus de iniciação clown possibilitando a prática e o aprimoramento das técnicas.
Indicação: livre.
Duração: 30 min.

16h30 – Teatro Adamastor
• O que Aconteceu com Peter Pan? – Riso Curativo Palhaçospital
Espetáculo Convidado
Peter Pan fica doente, pois parou de sorrir, em virtude de uma peripécia do Capitão Gancho, que espalhou um pózinho mágico pela Terra do Nunca. Esse pózinho mágico fazia com que todos os seres humanos que moravam na Terra do Nunca não sorrissem mais. Em virtude da doença do Peter Pan, a Terra do Nunca ficou doente também. E somente as Gatas da Floresta é que poderão ajudar Peter e a Terra do Nunca, com uma ajuda muito especial. O circo.
Direção: Estefânia Zonaro.
Indicação Livre.
Duração: 80 minutos

19h – Teatro Adamastor
• A DANÇA EM HOLLYWOOD, COM A CIA. THATY ROMANO
Espetáculo Convidado
Um dos vencedores do ENDA 2009, o espetáculo apresenta alguns clássicos da dança produzidos em Hollywood, mesclando ritmos e segmentos diferenciados como: jazz, ballet, hip-hop, tango, entre outros.
Indicação: livre.
Duração: 20 minutos

• CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO DO E.T.C... 2010
Entrega dos Certificados de Participação e divulgação dos grupos contemplados com o Prêmio Guarulhos Cultural e contratações para 2011.

ATENÇÃO: durante todo o evento, nos intervalos das apresentações, haverá outras intervenções de várias manifestações artísticas. Mais informações no www.guarulhos.sp.gov.br, no link E.T.C... 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Será que ele é?




O ser efeminado é aquele que “tem comportamento ou aparência tradicionalmente associados ao sexo feminino”; “homem com características ou modos de mulher”; “que ou o que tem modos próprios de mulher; adamado, amaricado, excessivamente delicado”.



De certo, algumas pessoas ao lerem isso podem sentir algum estranhamento, não saber exatamente o porquê estão lendo, ou mesmo o que estão lendo, mas isso é aceitável. O que não dá para aceitar é o fato de muitas pessoas se chocarem com a saída do armário de Ricky Martin, que recentemente assumiu a sua já notória homossexualidade. Há quem diga que ele não parecia, mas ele nunca me enganou. “Eu tenho orgulho em dizer que sou um feliz homem homossexual. Eu sou muito abençoado de ser quem eu sou", ao escrever a sua frase carta de alforria, o cantor porto-riquenho finalmente abre o jogo e revela a sua verdadeira preferência sexual. Teve até um amigo meu – que também é gay – que afirmou o seguinte: “Ele é bonito demais para se hetero”.

Por que toquei nesse assunto? Seria, também, uma ótima questão a se abordar.

Mas voltando aos rapazes dotados de efemidades, podem-se destacar algumas características já estereotipadas do tipo ideal de gay, ou mesmo como identificar um homossexual. Cachecol, por exemplo, é batata! Se algum menino estiver utilizando esse acessório já merece receber olhares duvidosos por parte das pessoas que o cercam. Outro pontaço para identificação de tcholas é a não preferência por esportes como futebol. “Menino que não gosta de jogar bola é viado”, foi o que o pai de um amigo meu disse. Ah, quando meninos têm melhores amigas, ou pior, quando é avistado com três, ou mais meninas, esse já pode ser considerado a lástima da família, o desgosto do pai.

Claro que há a margem de erro... Claro que nem todos os meninos que utilizam cachecol, ou que não gostam de jogar uma pelada ou que têm como #BF meninas são gays. Esses não são pré-requisitos para ser gay.

Vale lembrar que não existe – ao menos para a minha humilde e medíocre opinião – o tornar-se gay. “Porra, viado já nasce viado, é?”, foi o que meu tio altamente homofóbico disse ao ver na televisão uma reportagem sobre homossexualidade.

Claro que também existe o lado sério da história: um amigo meu, que é homossexual, foi golpeado no rosto por um grupo de rapazes homofóbicos. Ele ficou amedrontado com o que havia acontecido, não quis, durante muito tempo, andar no centro da cidade sozinho, estava traumatizado e com medo. Hoje em dia, infelizmente, ainda é possível observar mundo afora o descaso (muitas vezes intolerância / violência moral e física) que há com as diferenças sexuais.

Me digam uma coisa: de que vale ter esse tipo de comportamento?

Enfim, essa foi mais uma tentativa frustrada de tentar fazer rir (quanto verbo).

Agora vou ler Clarice Lispector, mais tarde assistir aos filmes do Almodóvar e, quem sabe, sair para dançar mais tarde.

Se joga, colega!

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Por Gilmar Ribeiro (piu!).

24/05/2010, às 13h13min.

* Não revisado.


FONTE:

http://www.infopedia.pt

http://www.dicio.com.br

FOTO:

http://cinebuteco.files.wordpress.com/2009/06/sasha1.jpg


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Proibido para menores de 25 anos!

O que há de errado com o mundo, meu Deus?!

Particularmente sou da seguinte opinião: que a venda de instrumentos musicais só deveria ser permitida para maiores de 25 anos, assim conseguiríamos evitar muitas merdas que acontecem mundo afora no cenário musical.

São tantas bandas ruins que aparecem que eu não sei mais para onde correr, ou mesmo se há possibilidade de fuga.


É po**a de banda Cine, cantando a sua “Garota radical”, que em suma não apresenta nenhum tipo de comportamento radical por parte da tal garota; um dia desses tentei prestar atenção ao conteúdo da letra, mas fui surpreendido pela ausência do mesmo: “Who o ow Who o o o ow Who o oaaaa Ye ye yeah...” , e isso é música? Não, obrigado.


Família Restart é o ca*alho! Chega de jovenzinhos ofendidos por não terem o show de roque (se é que podemos classificar essas coisas como sendo roque), mesmo possuindo uma porcaria de pulseirinha cor de sei-lá-o-quê.

Vá para a po**a, rapaz!


Stevens? Já pararam para pensar se esses rapazes fossem carecas? Será que fariam sucesso? Acho que não! Sem contar que em um de seus clipes – se bem que acho que só há um clipe desse banda... Graças a Deus – é possível observar uma espécie de plágio num dos clipes da banda escocesa Franz Ferdinand.


Com isso, faço deste trecho um ponto final. Chega de novas bandas ruins de roque!

Por favor, eu peço, humildemente, rapazinhos que se acham bonitinhos e com alguma espécie de talento, esperem, no mínimo, até uns 25 anos de idade para comprar um instrumento musical e achar que é rock star, ok? Estamos conversados? Espero que sim.


Ah, uma última coisa: não quero ter de ler fãs inconformados xingando muito no Twitter; acho esse tipo de comportamento o Ó.

#Prontofalei!


Por Gilmar Ribeiro (piu!).

* Não revisado.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

[...]

As palavras bíblicas são muito poderosas, afinal séculos e séculos de perenidade lhes conferem autoridade. Nas igrejas evangélicas, pessoas que nunca tiveram disciplina adquirem um norte, mudam velhos costumes. Abandonam drogas pesadas, resistem ao apelo do álcool, sossegam o facho e reconstroem casamentos nos quais ninguém apostava mais um centavo.

Esse poder NÃO está nos pastores, nem nessa ou naquela denominação. Quem se levanta do fundo do poço é o ser humano, cuja força interior é ilimitada.

Nenhum crente se preocupa muito em saber se o pastor lá na frente acredita naquilo que prega com tanta ênfase. Tentativas de derrubar o império da Universal* foram muitas e não deram em nada. A igreja só cresceu apesar dos ataques e denúncias que volta e meia afloram na mídia e ecoam no Judiciário. De nada adiantam vídeos comprometedores, porque os fiéis aprenderam que quem vai contra Deus é o Diabo e estão mais preocupados em reconstruir suas próprias vidas. O que, aliás, é mérito exclusivo de cada um deles, e NÃO de bispo ou pastor.

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Por Marcelo Migliaccio

Fonte: http://www.jblog.com.br/rioacima.php?itemid=20821

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* Só para constar: não simpatizo nem a pau com a I.U.R.D, mas achei bacana o texto. Espero que vocês curtam.

Gilmar Ribeiro (piu!).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Liberdade de expressão: vamos aonde der na telha!


– Hei, vamos à pracinha?
É o que sempre se ouve de lá para cá, enquanto as crianças jogam bola na quadra do condomínio. Funciona como se fosse uma espécie de código sigiloso, que não deve, e nem pode, ser conhecido por todos, só por quem é do movimento.
A jovem estudante de Jornalismo, que mora no condomínio há pouco mais de um ano, passa na casa dos vizinhos do apartamento 31, a fim de chamá-los para dar uma volta na pracinha; dona Mirtes, que tem 46 anos e mora no apartamento 33, se apressa em estender as roupas no varal, só para ir logo à pracinha; Lucas sai correndo do curso de inglês e vai direto para a pracinha, isso todas às quintas-feiras, no período da tarde, a fim de aumentar a sua percepção.
Há quem não entenda o porquê dessa espécie de ritual que é ir à pracinha todos os dias, sempre nos mesmos horários. Dona Lourdes, do 22, diz que seus filhos não frequentam esse tipo de lugar, pois eles são pessoas de bem, mas mal sabe ela que a Claudinha estava lá na última sexta-feira à noite.
O cheiro da liberdade é forte, e qualquer um que passa por ali pode senti-lo, e ao mesmo tempo observar o grande número de pessoas que pretendem relaxar, esquecer um pouco da vida, respirar um ar mais puro.
Não posso dizer que sou a favor das idas à pracinha, mas não posso, também, criticar os gostos das pessoas, afinal, cada um sabe onde se sente melhor.


* Por Gilmar Ribeiro (piu!)
03/05/2010, às 18:44

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Compre Bem? Acho que não!


Imagine você, na sua função praticamente imposta de consumidor, indo a um supermercado com forte campanha publicitária, o que inclui várias propagandas televisivas exibidas diariamente, que nos passam uma ideia de bem estar, conforto, tranquilidade e confiança... Agora imagine, na mesma cena, a compra de um produto que agrega, em sua grande parte, alguns representantes do reino fungi¹.
Foi o que aconteceu comigo, no dia 01/04/2010, quinta-feira, véspera de feriado. Apesar da sugestiva data não é mentira! Fui a um supermercado que fica localizado num bairro nobre de Guarulhos. Tinha a humilde pretensão de comprar alguma coisa para comer. Decidi comprar uma lata de refrigerante sabor laranja (no valor de R$ 1.39), um pacote de biscoito recheado sabor brigadeiro (no valor de R$ 0.89) e um pacote com três unidades de pães-de-frios (no valor de R$ 1.50).
Fiquei bastante contente pela compra, que me custou apenas R$ 3.78, e, ainda, me rendeu R$ 1,22 de troco. Achei sensacional, pois dispunha de pouco poder aquisitivo e, mesmo assim, de forma humilde e honesta, pude ter acesso à uma alimentação barata e "saudável".
Enfrentei uma fila de alguns poucos minutos, efetuei o pagamento, sai contente e satisfeito com a compra. Sentei-me num banquinho que fica bem localizado, daqueles que os velhinhos se sentam para jogar baralho e dominó. Abri a lata de refrigerante, dei uma baita golada. Abri o pacote com três unidades de pães-de-frios e, repleto de ideias positivas acerca do produto que acabara de adquirir, dei uma mordida certeira no danado. No entanto, senti um leve gosto de nada seguido de uma sensação de extrema consistência na massa. Quando fui conferir se realmente havia frios no pão levei um baita susto: O PÃO ESTAVA MOFADO!
Na hora fiquei possesso de raiva. Fui até o mercado a fim de resolver, de maneira civilizada, o que havia acontecido, pois não gosto de causar escândalos e dar vexame. Definitivamente “rodar a baiana” não é comigo.
Cheguei junto ao responsável pela padaria do mercado e expliquei o que havia acontecido. Tive de olhar para a cara de cullus² do responsável da padaria, como se ele estivesse me “quebrando um galho”, me fazendo alguma gentileza. Ele, fazendo uso de uma ironia empobrecida, disse que eu poderia pegar qualquer outro produto no mesmo valor ou receber meu dinheiro de volta. Como estava com fome, optei pela troca do produto, mesmo com toda a desconfiança.
Claro que isso me deixou mais revoltado do que estava. Fui tentar resolver diretamente com a gerente responsável pela loja. Ela, ao ouvir as minhas reclamações, disse:
- Olha, o senhor pode pegar a fila novamente.
Não entendi! Não precisava pegar a fila de novo, uma vez que o problema dos pães mofados nada tinha a ver comigo, era – e é – obrigação do supermercado fornecer aos consumidores produtos com qualidade! Aquilo me deixou tão “P” da vida que nem ao menos pude pensar noutra maneira de solucionar o problema. Me vi, talvez por falta de informação ou, mesmo por receio de dizer que iria ao Procon, obrigado a enfrentar a fila novamente.
Fiquei mais um bocado de tempo na fila – mais tempo que da primeira vez. Saí todo “emputecido” do supermercado já com a certeza que nunca mais comprar ali.
Ainda não sei se fiz a coisa certa. Talvez devesse ter “rodado a baiana”, assim talvez valesse de alguma coisa a minha denúncia. Mas não, decidi, talvez por vergonha de parecer “vulgar”, me omitir e pegar a fila de novo.

1. Reino dos fungos; os fungos são eucariontes heterótrofos e incorporam seus alimentos por absorção. Em sua maioria são multicelulares, mas existem unicelulares, como as leveduras. LAURENCE, J. Biologia: Ensino Médio. Vol. Único. São Paulo: Nova Geração, 2005. p. 272.

2. Cullus. 1. ânus, bunda (uma palavra vulgar para nádegas).


Por Gilmar Ribeiro (piu!).
*Não revisado.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bruxaria ou o quê?!


Foi essa a pergunta que fiz quando tive o meu primeiro contato com o Akinator, também conhecido como “gênio da Internet”.
Há pouco mais de um mês recebi um e-mail falando sobre o tal gênio, um personagem que adivinha, através de algumas perguntas, em quem estamos pensamos.
Pode ser Lady Gaga, Roberto Carlos, Madonna, ou mesmo o nosso presidente da República... Ele adivinha!
Geralmente a resposta é dada com pouco menos de vinte perguntas feitas, que quase sempre seguem a mesma linha, como “O seu personagem é uma mulher” ou “O seu personagem está vivo?”, e às vezes até dão ar de desnorteadas, parecendo não levar a lugar algum.
Às vezes as vinte perguntas não são suficientes, então o gênio se esforça um pouco mais, a fim de tentar descobrir quem é o nosso personagem.
O danado do gênio já acertou figuras como o Precinho do Carrefour, o vírus da AIDS, Inspetor Bugiganga, o Dollynho, Homem-Codorna etc.
Toda a mágica da coisa consiste em um banco de dados do tamanho que até o próprio gênio duvidaria, que permite com que as perguntas sejam feitas e então revelado nosso personagem oculto.
Vale deixar bem claro que o jogo é meio “viciador”, mas que mesmo assim vale a pena conferir.
Para quem estiver a fim: pt.akinator.com/


Por Gilmar Ribeiro (piu!).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dando o ar de minha humilde graça.

Hoje à tarde (para ser mais exato agorinha mesmo), estou aqui sentado à mesa do computador, com um baita sono e muitas coisas para fazer. É nessas horas que eu paro, penso e repenso: por que não me afiliar ao Nadismo?

Há algum tempo ouvi falar do termo, que me pareceu bastante atraente quanto uma ideologia para se seguir com extrema convicção. Até mesmo tentei entrar na onda do Nadismo e exercer a sua complexa função de fazer nada.

Para muitos fazer nada pode parecer algo banal, sem importância, mas no fundo, e bem lá no fundo mesmo, sabemos que fazer nada é algo que custa, e muito; fazer nada é algo que mexe de tal forma com a cabeça da gente.

De fato fazer nada não é tarefa fácil, muitos nem ao menos sabem por onde começar.

A ideia do Nadismo partiu desse camarada aqui: Marcelo Boher, que provavelmente tinha nada para fazer. Segundo o próprio, “Praticar o Nadismo é se permitir parar de vez em quando para fazer nada numa boa, sem culpa e sem stress. Você também tem esse direito!”.

Para quem quiser conferir alguma coisa a mais sobre o assunto é só acessar: nadismo.com.br

Façam bom proveito!


Por Gilmar Ribeiro (piu!).